Manual de Manuseio de Nanotubos
A Edição de 2007 da conferência internacional mais importante na área de Nanotubos de Carbono (NT07) foi realizada em Ouro Preto, MG no período de 24 a 29 de junhp de 2007. A organização do evento foi realizada por pesuisadores da rede nacional de pesquisa em nanotubos. (Veja o relatório do evento: versão em português, english version )
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Seja bem vindo à página da Rede Nacional de Pesquisa “Nanotubos de carbono: ciência e aplicações” Aqui você encontrará informações sobre as linhas de pesquisa, os grupos de pesquisa envolvidos, e as atividades realizadas pela Rede.
A Rede
A Rede Nacional de Pesquisa “Nanotubos de carbono: ciência e aplicações” é composta por 41 pesquisadores de 14 instituições, em oito diferentes estados do Brasil (ver mapa abaixo), e da empresa Delp Engenharia Mecânica. A equipe é constituída de físicos e químicos, alguns deles envolvidos com projetos para aplicações biomédicas. Esta rede está inserida no âmbito do Programa Nacional de Nanotecnologia.
Antes da
formação da rede, a grande maioria dos membros da Rede já têm publicações sobre
nanotubos de carbono em periódicos internacionais e os demais já estão
efetivamente envolvidos em pesquisas sobre nanotubos de carbono.
O objetivo dessa Rede é aglutinar os vários grupos de pesquisadores brasileiros que trabalham efetivamente na ciência e nas aplicações de nanotubos de carbono. Temos grupos bastante estabelecidos na síntese, purificação, modificação química de nanotubos de carbono, grupos trabalhando na pesquisa básica, teórica e experimental, e na caracterização por diferentes técnicas experimentais (espectroscopias e microscopias), e pesquisadores já desenvolvendo alguns tipos de dispositivos que fazem uso de nanotubos de carbono. Além disso, nossa equipe conta com um número elevado de jovens doutores e fazem parte da equipe alguns grupos em centros emergentes que estão se estabelecendo e com potencial promissor.
Pretendemos com esta Rede promover, facilitar e implementar interações entre
os vários centros que compõe a Rede, e em particular estimular interações entre
grupos estabelecidos com os ainda emergentes, nas diferentes regiões do País.
Considerando que os nanotubos de carbono são materiais estratégicos para o
desenvolvimento das nanotecnologias de maneira em geral, a presente Rede irá
consolidar um esforço inter-institucional para sedimentar o conhecimento gerado
e formar novos profissionais nessa especialidade, que certamente irão transferir
esse conhecimento para o mercado e contribuir para o desenvolvimento do País.
Com relação ao uso dos recursos, será dada uma alta prioridade para o
financiamento de viagens e missões dos membros do grupo entre as várias
instituições que compôe a Rede. Nestas missões, pesquisadores poderão realizar
medidas experimentais em outras instituições e estabelecer contatos com seus
colaboradores. Além disso, será reforçada a vocação específica de cada
instituição da Rede, com a compra de equipamentos multi-usuários que poderão ser
usada de forma compartilhada por todos os membros da Rede. Todos os centros que
compõe a Rede serão contemplados com equipamentos a serem adquiridos neste
projeto.
Gestão da Rede
A Rede será administrada por um comitê gestor formado de cinco membros: o coordenador e sub-coordenador (Marcos A. Pimenta e Hélio Chacham, da UFMG), e pelos Profs. Oswaldo L. Alves (Instituto de Química UNICAMP), Aldo G. Zarbin (Departamento de Química, UFPR) e Andréa Latgé (Instituto de Física UFF). O comitê gestor terá as seguintes funções:
- Definir as prioridades de investimento para implementar as facilidades de laboratórios tendo em vista a execução dos objetivos do projeto e a obtenção de um status de excelência na área. Em vista desta política, equipamentos multiusuários e/ou equipamentos capazes de levar a progressos qualitativos em pesquisa terão prioridade;
- Definir o uso dos recursos para missões de intercâmbio, bolsas e custeio;
- Analisar periodicamente relatórios de progresso das areas da Rede e promover simpósios anuais nos quais todos os membros do Instituto poderão ter uma visão geral dos progressos alcançados;
- Identificar possíveis colaborações internas que possam contribuir para a pesquisa da Rede;
- Identificar aplicações tecnológicas em potencial e mecanismos para fazer pontes com o setor produtivo.